quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

QUE TAL INICIAR O ANO CANTANDO, REFLETINDO E SORRINDO?

Quem Eu Sou (Banda Hori)

Música fala de crescimento, da busca de identidade.

Não quero mais saber, o que eles vão dizer
Sobre o que eu vou fazer ou sobre o que eu não vou ser
O caminho é longo eu sei
E eu vou fazer valer
Cada segundo que eu passo sem dizer porque
Foi mergulhar mais fundo
Sair do quarto escuro
Vou descobrir o que é melhor pra mim
Que profissão eu quero , futuro que eu espero
Vou encontrar o que me faz feliz
Sem saber o que vai ser (vai ser)
Sem saber o que vai ser
Se é pra eu tentar ser alguém bem melhor
Deixa eu tentar ser quem eu sou
Ganhar ou perder tanto faz
Não me importa
Eu quero é mais ser quem eu sou
Agora eu te quero
Depois eu já não sei
Mas quando estamos juntos
Nada mais importa aqui
Será que eu tenho sorte?
Será que é ilusão?
De ver que a minha história foge dessa confusão
Eu vou pular mais alto aonde eu possa ver
Além do olhar que me deixou aqui
São tantos desencontros
São tantas linhas tortas
Formando a identidade que eu sempre sonhei pra mim
Se é pra eu tentar ser alguém bem melhor
Deixa eu tentar ser quem eu sou
Ganhar ou perder tanto faz
Não me importa
Eu quero é mais ser quem eu sou
Se é pra eu tentar ser alguém bem melhor
Deixa eu tentar ser quem eu sou
Ganhar ou perder tanto faz
Não me importa
Eu quero é mais ser quem eu sou.
Para conversar:

REFLETINDO

Que tipo de pressão enfrentam os adolescentes e jovens em nossa sociedade?

Qual a importância de ser a gente mesmo?

Como o grupo (família, escola, amigos etc.) pode ajudar ou dificultar ao jovem a descoberta de si mesmo e de assumir seu papel no mundo?
  

Dinâmica:

Objetivo: compartilhar as belezas e dificuldades de ser jovem.

Material: papelão ou cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, elásticos, linhas, a música Quem eu sou (Banda Hori)

1. Com a música de fundo, cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual.

2. Afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da máscara.

3. Formar subgrupos para que cada participante escolha: a máscara com que mais se identifica; a máscara com que não se identifica; a máscara que gostaria de usar.

4. Concluída esta parte, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um míni teatro improvisado.

5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atrás de sua máscara.

6. Conversar com o grupo: qual o papel da máscara; as belezas e as dificuldades encontradas para o jovem ser ele mesmo; se participamos de um grupo, como ele nos ajuda nisso; o que se aprendeu com essa atividade e o que levamos para a vida.


7. Finalizar cantando e dançando com a música inicial.

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